Belém, cidade alfabetizada e Educadora.
A EJAI não deixa ninguém para trás. Neste último sábado houve busca ativa, visita aos estudantes da 1ª Totalidade.
A Técnica Pedagógica Gleyce e a servidora Elza foram a procura dos estudantes matriculados, no ano letivo de 2021.
História da EJA no Brasil
Na década de cinqüenta desse século, a Campanha de Educação de Jovens e Adultos, sofreu muitas críticas pelos métodos usados e foi extinta por não obter resultados positivos. Surge nesse momento uma referência no panorama da educação para Jovens e Adultos: Paulo Freire. Com a pedagogia de Paulo Freire, nasce, nesse clima de mudança no início dos anos sessenta, a Educação Popular, que se articulava à ação política junto aos grupos populares: intelectuais, estudantes, pessoas ligadas à igreja Católica e a CNBB. Em 1964, foi aprovado o Plano Nacional de Alfabetização, que deveria atingir todo o país, orientado pela proposta pedagógica de Paulo Freire, mas, foi suprimida em 1964 e substituída pelo Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL).
Fonte:
A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E O MOVIMENTO BRASILEIRO DE ALFABETIZAÇÃO.
A escola recebeu a visita de Socorro Dantas, Coordenadora da EJAI- SEMEC.
As pessoas com a idade de 15 anos ou mais, que por algum motivo não conseguiram concluir os estudos, tem a possibilidade de retornar a sala de aula em uma das 33 unidades escolares da rede municipal que estão com reoferta de vagas para as turmas da 1ª, 2ª, 3ª e 4ª totalidade.
Garantir o acesso, a permanência e a continuidade dos estudos de jovens, adultos e idosos, é o compromisso assumido pela Semec. “A retomada das turmas da EJAI em diversas escolas municipais, visa superar o analfabetismo na capital. Nosso compromisso é tornar Belém uma cidade alfabetizada e educadora, assegurando assim, um direito que historicamente tem sido negado aos jovens, adultos e idosos: o direito à escolarização” Miguel Picanço, técnico da equipe da EJAI



















